Ballet é uma purificação da alma
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Ballet é uma purificação da alma




O Ballet surgiu na vida da diretora Karen Ibias, por influencia da sua irmã mais velha . Começamos a dançar Ballet no colégio Maria Imaculada, na época ela com 7 e eu com 5 anos de idade.

Karen conta que a irmã parou de dançar, porém ela continuou na arte, se formou em Ballet clássico, cursou pedagogia fez duas especializações sendo uma na área da dança, o pós graduação em dança, na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).

Uma das grandes experiências da vida de Karen, como bailarina, foi receber o título da Royal Academy of Dance em Londres, na sede da Royal Academy. “Essa foi uma experiência única, me preparei durante cinco anos para realizar o exame final, onde a professora é avaliada em muitos quesitos, dentre eles: teoria musical, anatomia, cinesiologia, fisiologia do movimento, temos que conhecer e saber interpretar todos os syllabus da Royal, apresentar trabalho escrito (TCC), criar aulas de acordo com a metodologia entre outras exigências. Exame este realizado pela primeira vez, aqui em Porto Alegre com a Karen, e até os dias atuais a cidade não mais sediou outro exame de professores.

Desde o ano 2000, a Escola Karen Ibias Ballet, aplica em seus alunos, os exames da Royal Academy, sempre com 100% de aprovação.

Para Karen o ballet significa a purificação da alma e cada aluno deixa nela, a vontade de aprender e a dedicação. “A vida inteira foi uma troca muito grande de sentimentos e emoções, no momento que me tornei professora, consegui passar para técnica, aquilo que eu sentia”, revela.

Segundo Karen, na dança, quanto mais se aprende, melhor é a interpretação, e quanto melhor o bailarino fica tecnicamente, melhor está em condições de interpretar e trocar sentimentos. “Não adianta ter só técnica e não ter alma, mas também não adianta ter só alma e não saber o que se está fazendo”, diz.

Inspiração

Entre os professores que inspiraram a carreira de Karen estão: Lenita Ruschel, Madame Darvash, Lennie Dale, Helô Gouvêa, Ilara Lopes, Gisele Meinhart, Roni Leal, Morgada Cunha, Graciela Luciani e os bailarinos: Rudolf Nureyev, Mikail Barishnikov, Ana Pavlova, Darcy Bussel, atual presidente do Royal e Margot Fonteyn.

Karen conta que enxerga o futuro da dança no Brasil, sempre com progressão. “A minha única preocupação é com quem ensina, pois muitas pessoas ainda precisam aprender e vivenciar, antes de começar a ensinar”, explica.

Disciplina, dedicação e perseverança

Para se tornar um bom bailarino, Karen explica que o fundamental é ter disciplina, dedicação e perseverança, pois nunca na vida deve-se dizer: eu não consigo. Para tudo existe treinamento, sendo que qualquer pessoa e de qualquer idade pode e deve dançar. “No caso do adulto, ele precisa se adaptar aos movimentos, aos poucos. Porém, ele tem mais consciência corporal”, sabe o que fazer e com as crianças é o contrário, elas aprendem mais rápido e mais fácil e nós professores temos que ajudá-los a encontrar a consciência corporal, para então chegarem ao aprimoramento técnico.

Segundo Karen a dança traz inúmeros benefícios para o corpo e a mente. Além de trabalhar o físico, o condicionamento, as articulações, musculatura, ossos, a dança também atua na área sentimental, afetiva, emocional, cultural e psicológica, que fazem parte da saúde”, finaliza a diretora.
 




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